O vereador Sérgio Japonês (PL) utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Toledo, durante a 9ª Sessão Ordinária realizada nesta segunda-feira (30), para apresentar importantes indicações voltadas à infraestrutura, saúde e lazer, além de comentar um fato recente envolvendo o Colégio Cívico-Militar do Jardim Maracanã. Policial militar aposentado e exercendo seu primeiro mandato, o parlamentar focou suas solicitações em melhorias para a região do Jardim Panorama e no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre as principais propostas apresentadas, destaca-se a indicação nº 345, que solicita o alargamento das ruas Luiz Dalcanale Filho, Batista Luzardo e Senador Rubens de Melo Braga, localizadas nas proximidades da Escola Municipal Henrique Brod. Segundo o vereador, a largura atual das vias é insuficiente para o fluxo de veículos, especialmente nos horários de entrada e saída de alunos, o que gera gargalos onde apenas um carro consegue transitar por vez. Como alternativa ao alargamento, Sérgio Japonês sugeriu que a prefeitura estude a viabilidade de transformar as ruas em mão única para melhorar a acessibilidade e a fluidez do trânsito no local.

Na área da saúde e bem-estar, o parlamentar protocolou a indicação nº 346 para o retorno das aulas de pilates para idosos no Ginásio de Esportes do Jardim Panorama, ressaltando que os alunos estão ansiosos pelo retorno da atividade no local onde já estavam habituados. Além disso, por meio da indicação nº 358, Japonês propôs a criação de uma farmácia municipal com funcionamento 24 horas junto à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O vereador justificou que muitos pacientes atendidos durante a noite ou fins de semana saem com receitas médicas, mas não encontram locais públicos abertos para retirar medicamentos essenciais, como antibióticos, o que compromete a eficácia do tratamento.

Sérgio Japonês também fez um pronunciamento contundente em defesa do modelo de Colégios Cívico-Militares, após um fato atípico registrado no Colégio do Jardim Maracanã. Com a experiência de ter trabalhado por três anos e meio no programa, ele reforçou a eficiência do modelo e a seriedade das autoridades competentes. "O militar não vai para a escola para dar aula de matemática ou português, vai para garantir a boa conduta e o ambiente adequado para o ensino pedagógico", afirmou. O vereador informou que, assim que tomou conhecimento do ocorrido, entrou em contato com o Núcleo Regional de Educação e confirmou que o militar envolvido já foi desligado do programa e que todas as medidas administrativas e da Polícia Militar foram adotadas, assegurando que o programa permanece sólido e focado na formação de cidadãos íntegros.

Da Redação
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