A Assuinoeste (Associação Regional dos Suinocultores do Oeste do Paraná) foi o grande destaque desta terça-feira (10) no Show Rural Coopavel. A diretoria da entidade, sediada em Toledo, oficializou parcerias internacionais que prometem transformar o que antes era um "problema ambiental" em uma nova e poderosa fonte de renda para as granjas da nossa região.
O foco da revolução está no aproveitamento total dos dejetos suínos, utilizando tecnologias de ponta para a produção de biometano e a inédita extração de biofósforo.
Biofósforo: A chave para aumentar o plantel
Em uma parceria estratégica com a empresa belga NuReSys, instalada no Biopark, a Assuinoeste quer levar aos produtores a tecnologia de extração de fósforo do digestato líquido.
Segundo o presidente da entidade, Delmar Briccius, essa inovação é o verdadeiro "pulo do gato": ao retirar o fósforo, o suinocultor ganha mais espaço para manejo e, consequentemente, autorização para ampliar o número de animais na propriedade, aumentando drasticamente a rentabilidade.
Energia Solar e custos reduzidos
Além do biometano, a associação firmou convênios para facilitar o acesso à energia solar e equipamentos de irrigação modernos. O objetivo é claro: derrubar os custos de produção e garantir que o produtor do Oeste paranaense continue sendo o mais competitivo do país.
Mas como essa tecnologia funciona na prática dentro de uma granja em Toledo?
Nossa equipe acompanhou as assinaturas e registrou detalhes dos veículos movidos a biometano e dos novos equipamentos. Confira os bastidores no vídeo!
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